Tantas coisas a fazer, outras tantas para ser e eu tenho me prendendo ao reconhecimento imediato e inebriante de um outrem.
Será a tradição ou a insensatez de um coração, que enobrece e embebesse o meu viver?
Tantas coisas possuo outras tantas construo e só choro o que não é meu. E por ser seu me aniquila a solidão.
Será ambição pedir à solidão que se afaste, será necessário um afago banal ou um tesouro ideal para as realizações?
Ações a ser desdobrada e eu mendigando o perigo e a atenção.
Ações de um privilégio a repercutir meu caminho.
Ações de um per-curso animado e desaforado aqui e ali.
Preciso tomar as rédeas das emoções, não pretendo trancafiá-las em lamentos, mas libertá-las no seu devido acontecimento.
Preciso acreditar no por vir que é além de está para ser alguém.
Preciso caminhar e encarar os medos, os tormentos, as incertezas, as angústias e ainda assim viver.
E ter nesse viver o bastante para ser feliz.
Espero que as palavras formem poesias e que as poesias formem contentamento e daí só desdobramento de um possível e provável aqui e agora.
Escrevendo o que penso, o que sou, o que vivo. Essa vivência é só existência de um ser em conflito, em atrito e em capítulos de uma história que já começou: A minha.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Meu credo

Creio no que existe e no que me faz existir;
Creio em um Deus que vai além da minha condição, e me ama antes mesmo de ser amado;
Creio e somente creio;
Creio, e arrisco devaneios de minha mente sincera e discreta ao se apresentar;
Creio em direções e contradições que a vida revela;
Creio no outro como agente de um Deus Uno e Trino. Afinal eu sei todo ser humano. Pode ser um anjo[1];
Creio em mim e deixo de acreditar a cada erro;
Creio nos que acreditam em falhas;
Creio nas ações e reações do ser humano;
Creio no otimismo e o pratico com gentileza;
Creio que da solidão podemos encontrar certezas para viver a felicidade;
Creio nas condições de existência que eu mesmo criei;
Creio nos que professam verdades com humildade;
Creio no amor ao próximo como essência e existência do Cristianismo;
Creio em um Deus que dança. E ouso a descordar de Nietzsche[2];
Creio da dança como expressão do corporalidade;
Creio no ser mulher como expressão de sensualidade e amor;
Creio na sedução que fazemos e sofremos;
Creio e apenas creio na felicidade, que só é alcançada por aqueles que crêem nela;
Creio na vida e em sua infinitude. Afinal tenho valores e ações eternas;
Creio na eternidade, mas admito que a brevidade da vida me intriga a viver cada vão momento[3];
Creio no "Carpe diem"[4];
Creio nos amigos e em suas falha;
Creio na juventude e em sua eternidade expressa em fatos e ações;
Creio, e somente creio que a vida vale mais quando aprendemos a ser humanos;
Humanos que em demasia sofremos, choramos e morremos;
Creio nas altas gargalhadas como exorcista de uma alma ensanguentada pelo sofrimento;
Creio na verdade de ser mortal e ainda assim viver eternamente;
Creio tão somente creio que outros pensem diferente, que vivam diferente;
Creio na inspiração que tenho, e nas poesias que escrevo;
Creio na realidade das coisas que me rodeiam, e das que estão por ai;
Creio nas criaturas divinas e na condição de humanidade nos dada;
Creio no ser Humano como imagem de um Deus amoroso;
Creio na família e em sua essência de união;
Creio nos amores e desamores que me formam;
Creio do indizível, por seu mistério apropriado;
Creio em detalhes que as palavras não revelam;
Creio em verdades e mentiras que me revelam;
Creio e tão somente creio que viver é não ter vergonha de ser feliz [5], que meu credo não consiste em palavras e tradições, mas na existência preconizante que me transforma a cada dia.
[1] Trecho da música Téo e a Gaivota, de Marcelo Camelo.
[2] Fazendo menção da frase de Friedrich Nietzsche: “Eu somente acreditaria em um Deus que soubesse dançar”.
[3] Citando Vinícius de Moraes. Soneto na Fidelidade.
[4] Frase em latim que significa: aproveite o dia.
[5] Parafraseando Gonzaguinha em sua música, O que é, o que é?
domingo, 25 de julho de 2010
Descobri quem sou.
“É de imaginar bobagem, quando a gente clica na televisão.
Toda dor repousa na vontade,
todo amor encontra sempre a solidão.
Todos os encontros, todos os poemas,
manda me avisar, manda me avisar.
Todos os embates, todos os dilemas,
manda me avisar, manda me avisar.
Eu sei todo ser humano ai, ai.
Pode ser um anjo.”
Téo e a Gaivota - Marcelo Camelo
Cada som não pode ser interpretado em poesia. Cada tom não pode ser descrito em palavras. É como se brincasse de revelar a vontade que tenho de brincar e brigar com a vida. De me conformar e de indagar as condições de minha existência.
Ai, ai de mim, criatura em criação e de tanta animação me desfaço em poesia e saudade de ser o que ainda não sei. Saudade do inexistente. Saudade dos abraços que ainda não aconteceu. Saudades de ser além dos outros e ser para aquém dos pensamentos.
Saudades do que se foi. Redundante ou não, saudade do que se vai. Saudade da precedência de ser e de repente entender a vida. Entender o que nunca será entendido. Ai, ai o tédio que se forma agora e que se transforma em alegria triste de sentir tantos enfins.
Enfim a solução de ser eu a cada instante, a cada passo errante, de ser eu a cada confusão e condição, de ser eu Aqui e Agora.
Um Aqui e Agora para além da teoria que se preconiza na existência de simplesmente ser. E assim:
“Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom
Daqui não
Eu vivo a vida na ilusão
Entre o chão e os ares
Vou sonhando em outros ares, vou
Fingindo ser o que eu já sou
Fingindo ser o que eu já sou
Mesmo sem me libertar eu vou
É Deus, parece que vai ser nós dois até o final
Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro
De que vale ser aqui
De que vale ser aqui
Onde a vida é de sonhar?
Liberdade.”
Liberdade – Marcelo camelo
Toda dor repousa na vontade,
todo amor encontra sempre a solidão.
Todos os encontros, todos os poemas,
manda me avisar, manda me avisar.
Todos os embates, todos os dilemas,
manda me avisar, manda me avisar.
Eu sei todo ser humano ai, ai.
Pode ser um anjo.”
Téo e a Gaivota - Marcelo Camelo
Cada som não pode ser interpretado em poesia. Cada tom não pode ser descrito em palavras. É como se brincasse de revelar a vontade que tenho de brincar e brigar com a vida. De me conformar e de indagar as condições de minha existência.
Ai, ai de mim, criatura em criação e de tanta animação me desfaço em poesia e saudade de ser o que ainda não sei. Saudade do inexistente. Saudade dos abraços que ainda não aconteceu. Saudades de ser além dos outros e ser para aquém dos pensamentos.
Saudades do que se foi. Redundante ou não, saudade do que se vai. Saudade da precedência de ser e de repente entender a vida. Entender o que nunca será entendido. Ai, ai o tédio que se forma agora e que se transforma em alegria triste de sentir tantos enfins.
Enfim a solução de ser eu a cada instante, a cada passo errante, de ser eu a cada confusão e condição, de ser eu Aqui e Agora.
Um Aqui e Agora para além da teoria que se preconiza na existência de simplesmente ser. E assim:
“Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom
Daqui não
Eu vivo a vida na ilusão
Entre o chão e os ares
Vou sonhando em outros ares, vou
Fingindo ser o que eu já sou
Fingindo ser o que eu já sou
Mesmo sem me libertar eu vou
É Deus, parece que vai ser nós dois até o final
Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro
De que vale ser aqui
De que vale ser aqui
Onde a vida é de sonhar?
Liberdade.”
Liberdade – Marcelo camelo
domingo, 15 de novembro de 2009
Liberdade
Utilizamos a nossa não liberdade caracterizado-a como necessidade (instinto) para justificar nossas ações esquecendo que as ações só são realizadas passivas de escolhas que nos mesmo fazemos.
Eu posso ou não posso?
Quero ou não quero?
Sou ou não sou?
Eis as questões que nos intrigam na nossa vã vida e nos fazem esquecer que somos livres para poder, querer, ser e fazer o que desejamos.
Conscientes que essas escolhas nos transformarão e que é impossível voltar a ser os mesmos.
Risco? Existe.
Angústia? Existe.
Mas, Acima de tudo há liberdade, qualidade de ser livre.
Eu posso ou não posso?
Quero ou não quero?
Sou ou não sou?
Eis as questões que nos intrigam na nossa vã vida e nos fazem esquecer que somos livres para poder, querer, ser e fazer o que desejamos.
Conscientes que essas escolhas nos transformarão e que é impossível voltar a ser os mesmos.
Risco? Existe.
Angústia? Existe.
Mas, Acima de tudo há liberdade, qualidade de ser livre.
domingo, 25 de outubro de 2009
Ser EU
Respeite a você mais do que aos outros. Respeite suas exigências, respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver. (...) Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma...
(Clarice Lispector)
Foi lendo esse texto que descobrir que preciso ser EU, apenas um eu sem saída e medidas mas com adições, contradições e inspirações que me constroem e destroem o que é meu e que poderá ser teu se quiseres compartilhar comigo essa intripidez que avança e define minha vida.
Sou EU aqui e ali, nas ações, frases e danças, nas armadilhas e nas cartilhas, nas vida de um e de todos, na minha essência de vida que se revela em existência atualizante e atualizada.
Sou EU, em mim, em si, para si e para o mundo, num misto de coisas que me traduzem e seduzem o que em mim.
Respeitar a mim mesma só é possível quando me vejo e me vê é está despida das frações e versões que criaram de mim e ser Eu com defeitos em um percurso per-feito por mim. É me despir de mascara e ilusões que só me trazem frustrações de um dia não vivido, de outros escondidos e de um amanhã esperado e esperando encontrar o que não se sabe o que cabe em mim.
Não sei o que me cabe, nem o que preciso. "Só sei que é assim", é jargão demais pra um EU em transição e aquisição de EUS.
Mas assim vou vivendo, levando a vida ou sendo levada por ela?
Vivendo.
Sem deixar dúvidas, e mesmo assim com todas elas.
(Clarice Lispector)
Foi lendo esse texto que descobrir que preciso ser EU, apenas um eu sem saída e medidas mas com adições, contradições e inspirações que me constroem e destroem o que é meu e que poderá ser teu se quiseres compartilhar comigo essa intripidez que avança e define minha vida.
Sou EU aqui e ali, nas ações, frases e danças, nas armadilhas e nas cartilhas, nas vida de um e de todos, na minha essência de vida que se revela em existência atualizante e atualizada.
Sou EU, em mim, em si, para si e para o mundo, num misto de coisas que me traduzem e seduzem o que em mim.
Respeitar a mim mesma só é possível quando me vejo e me vê é está despida das frações e versões que criaram de mim e ser Eu com defeitos em um percurso per-feito por mim. É me despir de mascara e ilusões que só me trazem frustrações de um dia não vivido, de outros escondidos e de um amanhã esperado e esperando encontrar o que não se sabe o que cabe em mim.
Não sei o que me cabe, nem o que preciso. "Só sei que é assim", é jargão demais pra um EU em transição e aquisição de EUS.
Mas assim vou vivendo, levando a vida ou sendo levada por ela?
Vivendo.
Sem deixar dúvidas, e mesmo assim com todas elas.
sábado, 26 de setembro de 2009
Medo
Hoje senti medo, medo de sentir medo, medo de ta sozinha mesmo com muitos amigos, medo que os amigos se vão. Medo de não encontrar a fonte de vida. Há fonte de vida?
Medo de está só, mas já estou só, às vezes tenho medo de coisas que já existem e está acontecendo, meu medo é que elas insistam em continuar acontecendo.
Medo da solidão, aquela que sufoca e afoga os sonhos e certezas, porque só sentimos medo.
Medo de ser eu mesma e mesmo assim não ser.
Medo que descubram os meus segredos, e que eu tenho medo.
Medo que o amor roube a minha segurança.
Medo que risco me tire do chão, me tire de órbita.
Mas o que é o medo?
O que é isso que assustam todos e nos faz parar ou caminhar?
“O medo é a presença do terrível-não-acontecido, se apossando das nossas vidas. Ele pode acontecer? Pode. Mas ainda não aconteceu e nem se sabe se acontecerá”. Rubem Alves
Precipitação? Antecipação? Agonia?
Tudo isso pode se caracterizar como medo, como ânsia do que está por vir, mas que pode não vir.
Diante disso fiquei pensando no que fazer da vida, do medo, o que ser, de como viver? Como enfrentar a vida cheia de medos, ilusões e soluções?
Lembrei das palavras de Jesus em Mateus 6.34: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”.
A questão é viver cada dia, cada segundo, aproveitando o que ele tem o que ele é. Será o último? Não sabemos. O que ele tem para nós? Não sabemos. Só descobriremos a cada segundo de existência.
Se for bom, maravilha.
Se for mal, melhoraremos.
Se sorrirmos, façamos com vontade.
Se chorarmos, derramaremos todas as lágrimas, para que ela não nos perturbe mais.
Agora penso, tenho medo de não aproveitar a vida e no meu epitáfio escrever: “Devia ter...... mais e mais”.
Medo, novamente o medo.
“O terrível não é o que está à frente; é o que deixamos para trás”. Rubem Alves
Nunca deixaremos de tê-lo, nunca seremos sem o medo.
Afinal não quero viver o futuro, muito menos o passado. Quero viver o meu PRESENTE PRECIOSO, hoje e somente agora. Deixando para trás só o que quiser ficar pra trás, tendo coragem de enfrentar o mal de cada dia, o dragão de cada dia.
E finalmente entender que: “Coragem não é ausência do medo. É viver, a despeito do medo”. Rubem Alves.
Assim vivo o meu medo de hoje e viverei o de amanhã.
E você está disposto a sentir medo?
Medo de está só, mas já estou só, às vezes tenho medo de coisas que já existem e está acontecendo, meu medo é que elas insistam em continuar acontecendo.
Medo da solidão, aquela que sufoca e afoga os sonhos e certezas, porque só sentimos medo.
Medo de ser eu mesma e mesmo assim não ser.
Medo que descubram os meus segredos, e que eu tenho medo.
Medo que o amor roube a minha segurança.
Medo que risco me tire do chão, me tire de órbita.
Mas o que é o medo?
O que é isso que assustam todos e nos faz parar ou caminhar?
“O medo é a presença do terrível-não-acontecido, se apossando das nossas vidas. Ele pode acontecer? Pode. Mas ainda não aconteceu e nem se sabe se acontecerá”. Rubem Alves
Precipitação? Antecipação? Agonia?
Tudo isso pode se caracterizar como medo, como ânsia do que está por vir, mas que pode não vir.
Diante disso fiquei pensando no que fazer da vida, do medo, o que ser, de como viver? Como enfrentar a vida cheia de medos, ilusões e soluções?
Lembrei das palavras de Jesus em Mateus 6.34: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”.
A questão é viver cada dia, cada segundo, aproveitando o que ele tem o que ele é. Será o último? Não sabemos. O que ele tem para nós? Não sabemos. Só descobriremos a cada segundo de existência.
Se for bom, maravilha.
Se for mal, melhoraremos.
Se sorrirmos, façamos com vontade.
Se chorarmos, derramaremos todas as lágrimas, para que ela não nos perturbe mais.
Agora penso, tenho medo de não aproveitar a vida e no meu epitáfio escrever: “Devia ter...... mais e mais”.
Medo, novamente o medo.
“O terrível não é o que está à frente; é o que deixamos para trás”. Rubem Alves
Nunca deixaremos de tê-lo, nunca seremos sem o medo.
Afinal não quero viver o futuro, muito menos o passado. Quero viver o meu PRESENTE PRECIOSO, hoje e somente agora. Deixando para trás só o que quiser ficar pra trás, tendo coragem de enfrentar o mal de cada dia, o dragão de cada dia.
E finalmente entender que: “Coragem não é ausência do medo. É viver, a despeito do medo”. Rubem Alves.
Assim vivo o meu medo de hoje e viverei o de amanhã.
E você está disposto a sentir medo?
sábado, 12 de setembro de 2009
Aos Amigos
A vida me completa.
Tudo gera completude.
A flor que completa a abelha.
A cor que completa o arco-íris.
Um Eu que completa um Tu.
É nessa troca constante, incessante que vivemos, afins, aquém, além.
Como o hotizonte que completa a paisagem só por existir e insistir em está lá.
Tenho me completado com pessoas, com risos, danças, frases piegas e pífias, histórias que me deram alento e me fizeram vê que aqui dentro mora um pouquinho de todos que conheço. ME COMPLETEI, não apenas com um ser como cantam os amantes, mas com todos como traduz a quimera.
"Não sou de ninguém, eu sou de todo mundo" (Tribalistas) frase que se traduz em mim como:
Estou em vocês, vocês estão em mim, numa troca constante e por vezes errante que irradia e me diz que não estou só.
"Deus faz o solitário habitar em família" (Salmos 68. 6) Vivi essa afirmação nesses últimos dias, mesmo que desprendidos disso, vocês me fizeram vê que vivo, em mim, em vocês e com vocês.
À vocês amigos que me cercam em carinho, amor e amizade. Que me mostram as grandes e diversas faces de mim: menina, mulher (com um pé lá), estudante, profissional, solitária, em multidões, irmã, amiga, prima, alegre, triste, divertida, morgada, dançarina, atrevida...
À vocês que com carinho fazem parte de mim.
Aos amigos que me cativaram por apenas existir.
AMO VOCÊS !!!!!!
Tudo gera completude.
A flor que completa a abelha.
A cor que completa o arco-íris.
Um Eu que completa um Tu.
É nessa troca constante, incessante que vivemos, afins, aquém, além.
Como o hotizonte que completa a paisagem só por existir e insistir em está lá.
Tenho me completado com pessoas, com risos, danças, frases piegas e pífias, histórias que me deram alento e me fizeram vê que aqui dentro mora um pouquinho de todos que conheço. ME COMPLETEI, não apenas com um ser como cantam os amantes, mas com todos como traduz a quimera.
"Não sou de ninguém, eu sou de todo mundo" (Tribalistas) frase que se traduz em mim como:
Estou em vocês, vocês estão em mim, numa troca constante e por vezes errante que irradia e me diz que não estou só.
"Deus faz o solitário habitar em família" (Salmos 68. 6) Vivi essa afirmação nesses últimos dias, mesmo que desprendidos disso, vocês me fizeram vê que vivo, em mim, em vocês e com vocês.
À vocês amigos que me cercam em carinho, amor e amizade. Que me mostram as grandes e diversas faces de mim: menina, mulher (com um pé lá), estudante, profissional, solitária, em multidões, irmã, amiga, prima, alegre, triste, divertida, morgada, dançarina, atrevida...
À vocês que com carinho fazem parte de mim.
Aos amigos que me cativaram por apenas existir.
AMO VOCÊS !!!!!!
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