Última oração:
que traduz o meu desejo e amor;
que arranca de mim as mais singelas palavras;
que não acaba mas embala meus sonhos;
que não preenche, mas enche a boca d'água;
que não tem final e sim continuidade;
que não é simples, mas claro;
que embeleza minha essência;
que repete minhas angústias em versos doces e fortes;
que danço nos versos escritos;
que canto com as letras;
que me acalmo em poesias;
que se revela em palavras de um amor não alcançado, mas acariciado.
Última, primeira e eterna oração do meu coração que não para de pulsar e desejar o apogeu da sua existencia.
Escrevendo o que penso, o que sou, o que vivo. Essa vivência é só existência de um ser em conflito, em atrito e em capítulos de uma história que já começou: A minha.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Piegas demais
Piegas demais seria viver sem luz, sem brilho, sem vida, sem riscos em ariscos.
Viver como se tudo já fosse acontecer e esquecer do que está acontecendo.
Viver em mundo de coisas e ilusões onde a própria situação já traduz o fracasso.
Então viver, ser e entender que o que se espera de nós é a vida. E deve ser vivida, criada, recriada.
Inventar o que se quer o que quiser, até que um dia, piegas seja viver a vida sozinho, acompanhado ou entediado e acima de tudo animado com o possível que veio do invisível.
É como se a vida nos convidasse a dançar e a experimentar o que não vivemos, experimentar viver o invisível, o impossível, o improvável o admirável por mim e para mim.
Apenas pra mim.
Viver como se tudo já fosse acontecer e esquecer do que está acontecendo.
Viver em mundo de coisas e ilusões onde a própria situação já traduz o fracasso.
Então viver, ser e entender que o que se espera de nós é a vida. E deve ser vivida, criada, recriada.
Inventar o que se quer o que quiser, até que um dia, piegas seja viver a vida sozinho, acompanhado ou entediado e acima de tudo animado com o possível que veio do invisível.
É como se a vida nos convidasse a dançar e a experimentar o que não vivemos, experimentar viver o invisível, o impossível, o improvável o admirável por mim e para mim.
Apenas pra mim.
sábado, 13 de novembro de 2010
Trilha Sonora
Essa semana assistir a um filme* tão inocente e tão intenso que me trouxe inspiração para escrever, ao ouvir sua trilha sonora, me sobreveio desejos e emoções que me fizeram dançar.
Dançar com os pés firmados no chão, com o pensamento nos ares.
Dançar em pensamentos e com os olhos fechados.
Dançar ao escrever essas palavras.
Emoções e emoções despertaram em mim, parece que não posso calar meu pensamentos, minha felicidade, que pulsa e impulsiona suspiros, sorrisos, anseios, desejos, alegria, sonhos...
É tão profundo que chego a sonhar acordada, meu coração já não mais sabe o que sentir.
Não sei se choro ou se deixo meu sorriso aflorar.
Som da vida, existência precedente. Ação momentanêa e impulsionante de sentido.
Exagero e mistura de sentimetos que não cessam, se desdobram e desaparecem para dar lugar a nostalgia de tê-los sentido.
Nunca imaginei que seria tão tocada por uma trilha sonora.
Talvez essa seja a trilha da minha existência, o meu grito por liberdade e vida;
O meu prazer em sonhar além de mim e dos meus;
O querer ser de todos e ainda assim faltar alguém;
O meu silenciar diante das incertezas;
O meu bravejar diante das verdades do meu coração.
Sons, danças, músicas, notas, tons a destoar minhas canções.
Uma trilha sonora, simples trilha sonora...
Um momento pra ser além do meu viver e deixar de entender a vida para vivê-la em cada vão momento e expressão.
*Filme "Som do Coração"
Dançar com os pés firmados no chão, com o pensamento nos ares.
Dançar em pensamentos e com os olhos fechados.
Dançar ao escrever essas palavras.
Emoções e emoções despertaram em mim, parece que não posso calar meu pensamentos, minha felicidade, que pulsa e impulsiona suspiros, sorrisos, anseios, desejos, alegria, sonhos...
É tão profundo que chego a sonhar acordada, meu coração já não mais sabe o que sentir.
Não sei se choro ou se deixo meu sorriso aflorar.
Som da vida, existência precedente. Ação momentanêa e impulsionante de sentido.
Exagero e mistura de sentimetos que não cessam, se desdobram e desaparecem para dar lugar a nostalgia de tê-los sentido.
Nunca imaginei que seria tão tocada por uma trilha sonora.
Talvez essa seja a trilha da minha existência, o meu grito por liberdade e vida;
O meu prazer em sonhar além de mim e dos meus;
O querer ser de todos e ainda assim faltar alguém;
O meu silenciar diante das incertezas;
O meu bravejar diante das verdades do meu coração.
Sons, danças, músicas, notas, tons a destoar minhas canções.
Uma trilha sonora, simples trilha sonora...
Um momento pra ser além do meu viver e deixar de entender a vida para vivê-la em cada vão momento e expressão.
*Filme "Som do Coração"
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Minha Crises
É dificíl falar de crises, princilpalmente porque elas nos derrubam do cavalo e nos traz a tona a necessidade de mudanças.
Já passei por diversas, desde amores não correspondidos a necessidade extrema de ser feliz. Nesse percurso me desfiz, desmoronei, me angustiei, mas renovei minhas forças e descobrir dentro de mim uma pessoa que não conhecia.
Novas atitudes, novos conceitos me formaram e me transfomaram em uma pessoa melhor, e as vezes pior.
Algumas vezes deixei de acreditar no amor, no seu contentamento, na realização de sonhos, me descobrir cética e pessimista (o que não combina comigo), no entanto criei versos e poesias que me fizeram reviver.
Com isso vieram os sonhos, as certezas e sobretudo a vida, que se revelou a mim como intuição e aprovação de uma experiência precisa e sincera.
Descobrir a felicidade... não existe contos de fadas.
Não há certezas sem dúvidas, e por isso a felicidade além da qualidade de ser feliz é a certeza de que se fez o melhor e que ainda tenho a oportunidade de melhorar minhas atitudes e decisãos.
Achei em mim um OTIMISMO que me fascina, simplesmente por não achar motivo para ele.
O único que talvez exista seja de que otimismo só se faz na certeza de que se pode melhorar.
E assim vou vivendo entre crises e risos, insônia e sonhos, estagnamento e dança.
Criando vou vivendo, vou vivendo e criando.
Sendo feliz com o que resta e o resto jogarei fora.
E lá se foi mas uma crise.
Já passei por diversas, desde amores não correspondidos a necessidade extrema de ser feliz. Nesse percurso me desfiz, desmoronei, me angustiei, mas renovei minhas forças e descobrir dentro de mim uma pessoa que não conhecia.
Novas atitudes, novos conceitos me formaram e me transfomaram em uma pessoa melhor, e as vezes pior.
Algumas vezes deixei de acreditar no amor, no seu contentamento, na realização de sonhos, me descobrir cética e pessimista (o que não combina comigo), no entanto criei versos e poesias que me fizeram reviver.
Com isso vieram os sonhos, as certezas e sobretudo a vida, que se revelou a mim como intuição e aprovação de uma experiência precisa e sincera.
Descobrir a felicidade... não existe contos de fadas.
Não há certezas sem dúvidas, e por isso a felicidade além da qualidade de ser feliz é a certeza de que se fez o melhor e que ainda tenho a oportunidade de melhorar minhas atitudes e decisãos.
Achei em mim um OTIMISMO que me fascina, simplesmente por não achar motivo para ele.
O único que talvez exista seja de que otimismo só se faz na certeza de que se pode melhorar.
E assim vou vivendo entre crises e risos, insônia e sonhos, estagnamento e dança.
Criando vou vivendo, vou vivendo e criando.
Sendo feliz com o que resta e o resto jogarei fora.
E lá se foi mas uma crise.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Rápidos e precisos
Tenho pensamentos tão constantes e intenso que pertubam minha existencia como forma de ato e potencia. E hj quero ser precisa nas minhas afirmações: sou otimismo utopico e contextualizado de espiritualidade e humanidade. O q me cega me trasforma por ser ação e assim vivo minhas mazelas em alegria de exitencia implicante de apenas o que possuo e sonhar com os novos desafio de cada dia.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Vivendo
Tantas coisas a fazer, outras tantas para ser e eu tenho me prendendo ao reconhecimento imediato e inebriante de um outrem.
Será a tradição ou a insensatez de um coração, que enobrece e embebesse o meu viver?
Tantas coisas possuo outras tantas construo e só choro o que não é meu. E por ser seu me aniquila a solidão.
Será ambição pedir à solidão que se afaste, será necessário um afago banal ou um tesouro ideal para as realizações?
Ações a ser desdobrada e eu mendigando o perigo e a atenção.
Ações de um privilégio a repercutir meu caminho.
Ações de um per-curso animado e desaforado aqui e ali.
Preciso tomar as rédeas das emoções, não pretendo trancafiá-las em lamentos, mas libertá-las no seu devido acontecimento.
Preciso acreditar no por vir que é além de está para ser alguém.
Preciso caminhar e encarar os medos, os tormentos, as incertezas, as angústias e ainda assim viver.
E ter nesse viver o bastante para ser feliz.
Espero que as palavras formem poesias e que as poesias formem contentamento e daí só desdobramento de um possível e provável aqui e agora.
Será a tradição ou a insensatez de um coração, que enobrece e embebesse o meu viver?
Tantas coisas possuo outras tantas construo e só choro o que não é meu. E por ser seu me aniquila a solidão.
Será ambição pedir à solidão que se afaste, será necessário um afago banal ou um tesouro ideal para as realizações?
Ações a ser desdobrada e eu mendigando o perigo e a atenção.
Ações de um privilégio a repercutir meu caminho.
Ações de um per-curso animado e desaforado aqui e ali.
Preciso tomar as rédeas das emoções, não pretendo trancafiá-las em lamentos, mas libertá-las no seu devido acontecimento.
Preciso acreditar no por vir que é além de está para ser alguém.
Preciso caminhar e encarar os medos, os tormentos, as incertezas, as angústias e ainda assim viver.
E ter nesse viver o bastante para ser feliz.
Espero que as palavras formem poesias e que as poesias formem contentamento e daí só desdobramento de um possível e provável aqui e agora.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Meu credo

Creio no que existe e no que me faz existir;
Creio em um Deus que vai além da minha condição, e me ama antes mesmo de ser amado;
Creio e somente creio;
Creio, e arrisco devaneios de minha mente sincera e discreta ao se apresentar;
Creio em direções e contradições que a vida revela;
Creio no outro como agente de um Deus Uno e Trino. Afinal eu sei todo ser humano. Pode ser um anjo[1];
Creio em mim e deixo de acreditar a cada erro;
Creio nos que acreditam em falhas;
Creio nas ações e reações do ser humano;
Creio no otimismo e o pratico com gentileza;
Creio que da solidão podemos encontrar certezas para viver a felicidade;
Creio nas condições de existência que eu mesmo criei;
Creio nos que professam verdades com humildade;
Creio no amor ao próximo como essência e existência do Cristianismo;
Creio em um Deus que dança. E ouso a descordar de Nietzsche[2];
Creio da dança como expressão do corporalidade;
Creio no ser mulher como expressão de sensualidade e amor;
Creio na sedução que fazemos e sofremos;
Creio e apenas creio na felicidade, que só é alcançada por aqueles que crêem nela;
Creio na vida e em sua infinitude. Afinal tenho valores e ações eternas;
Creio na eternidade, mas admito que a brevidade da vida me intriga a viver cada vão momento[3];
Creio no "Carpe diem"[4];
Creio nos amigos e em suas falha;
Creio na juventude e em sua eternidade expressa em fatos e ações;
Creio, e somente creio que a vida vale mais quando aprendemos a ser humanos;
Humanos que em demasia sofremos, choramos e morremos;
Creio nas altas gargalhadas como exorcista de uma alma ensanguentada pelo sofrimento;
Creio na verdade de ser mortal e ainda assim viver eternamente;
Creio tão somente creio que outros pensem diferente, que vivam diferente;
Creio na inspiração que tenho, e nas poesias que escrevo;
Creio na realidade das coisas que me rodeiam, e das que estão por ai;
Creio nas criaturas divinas e na condição de humanidade nos dada;
Creio no ser Humano como imagem de um Deus amoroso;
Creio na família e em sua essência de união;
Creio nos amores e desamores que me formam;
Creio do indizível, por seu mistério apropriado;
Creio em detalhes que as palavras não revelam;
Creio em verdades e mentiras que me revelam;
Creio e tão somente creio que viver é não ter vergonha de ser feliz [5], que meu credo não consiste em palavras e tradições, mas na existência preconizante que me transforma a cada dia.
[1] Trecho da música Téo e a Gaivota, de Marcelo Camelo.
[2] Fazendo menção da frase de Friedrich Nietzsche: “Eu somente acreditaria em um Deus que soubesse dançar”.
[3] Citando Vinícius de Moraes. Soneto na Fidelidade.
[4] Frase em latim que significa: aproveite o dia.
[5] Parafraseando Gonzaguinha em sua música, O que é, o que é?
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