A vida me completa.
Tudo gera completude.
A flor que completa a abelha.
A cor que completa o arco-íris.
Um Eu que completa um Tu.
É nessa troca constante, incessante que vivemos, afins, aquém, além.
Como o hotizonte que completa a paisagem só por existir e insistir em está lá.
Tenho me completado com pessoas, com risos, danças, frases piegas e pífias, histórias que me deram alento e me fizeram vê que aqui dentro mora um pouquinho de todos que conheço. ME COMPLETEI, não apenas com um ser como cantam os amantes, mas com todos como traduz a quimera.
"Não sou de ninguém, eu sou de todo mundo" (Tribalistas) frase que se traduz em mim como:
Estou em vocês, vocês estão em mim, numa troca constante e por vezes errante que irradia e me diz que não estou só.
"Deus faz o solitário habitar em família" (Salmos 68. 6) Vivi essa afirmação nesses últimos dias, mesmo que desprendidos disso, vocês me fizeram vê que vivo, em mim, em vocês e com vocês.
À vocês amigos que me cercam em carinho, amor e amizade. Que me mostram as grandes e diversas faces de mim: menina, mulher (com um pé lá), estudante, profissional, solitária, em multidões, irmã, amiga, prima, alegre, triste, divertida, morgada, dançarina, atrevida...
À vocês que com carinho fazem parte de mim.
Aos amigos que me cativaram por apenas existir.
AMO VOCÊS !!!!!!
Escrevendo o que penso, o que sou, o que vivo. Essa vivência é só existência de um ser em conflito, em atrito e em capítulos de uma história que já começou: A minha.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Última Oração
Última oração:
que traduz o meu desejo e amor;
que arranca de mim as mais singelas palavras;
que não acaba mas embala meus sonhos;
que não preenche, mas enche a boca d'água;
que não tem final e sim continuidade;
que não é simples, mas claro;
que embeleza minha essência;
que repete minhas angústias em versos doces e fortes;
que danço nos versos escritos;
que canto com as letras;
que me acalmo em poesias;
que se revela em palavras de um amor não alcançado, mas acariciado.
Última, primeira e eterna oração do meu coração que não para de pulsar e desejar o apogeu da sua existencia.
que traduz o meu desejo e amor;
que arranca de mim as mais singelas palavras;
que não acaba mas embala meus sonhos;
que não preenche, mas enche a boca d'água;
que não tem final e sim continuidade;
que não é simples, mas claro;
que embeleza minha essência;
que repete minhas angústias em versos doces e fortes;
que danço nos versos escritos;
que canto com as letras;
que me acalmo em poesias;
que se revela em palavras de um amor não alcançado, mas acariciado.
Última, primeira e eterna oração do meu coração que não para de pulsar e desejar o apogeu da sua existencia.
sábado, 5 de março de 2011
Piegas demais
Piegas demais seria viver sem luz, sem brilho, sem vida, sem riscos em ariscos.
Viver como se tudo já fosse acontecer e esquecer do que está acontecendo.
Viver em mundo de coisas e ilusões onde a própria situação já traduz o fracasso.
Então viver, ser e entender que o que se espera de nós é a vida. E deve ser vivida, criada, recriada.
Inventar o que se quer o que quiser, até que um dia, piegas seja viver a vida sozinho, acompanhado ou entediado e acima de tudo animado com o possível que veio do invisível.
É como se a vida nos convidasse a dançar e a experimentar o que não vivemos, experimentar viver o invisível, o impossível, o improvável o admirável por mim e para mim.
Apenas pra mim.
Viver como se tudo já fosse acontecer e esquecer do que está acontecendo.
Viver em mundo de coisas e ilusões onde a própria situação já traduz o fracasso.
Então viver, ser e entender que o que se espera de nós é a vida. E deve ser vivida, criada, recriada.
Inventar o que se quer o que quiser, até que um dia, piegas seja viver a vida sozinho, acompanhado ou entediado e acima de tudo animado com o possível que veio do invisível.
É como se a vida nos convidasse a dançar e a experimentar o que não vivemos, experimentar viver o invisível, o impossível, o improvável o admirável por mim e para mim.
Apenas pra mim.
sábado, 13 de novembro de 2010
Trilha Sonora
Essa semana assistir a um filme* tão inocente e tão intenso que me trouxe inspiração para escrever, ao ouvir sua trilha sonora, me sobreveio desejos e emoções que me fizeram dançar.
Dançar com os pés firmados no chão, com o pensamento nos ares.
Dançar em pensamentos e com os olhos fechados.
Dançar ao escrever essas palavras.
Emoções e emoções despertaram em mim, parece que não posso calar meu pensamentos, minha felicidade, que pulsa e impulsiona suspiros, sorrisos, anseios, desejos, alegria, sonhos...
É tão profundo que chego a sonhar acordada, meu coração já não mais sabe o que sentir.
Não sei se choro ou se deixo meu sorriso aflorar.
Som da vida, existência precedente. Ação momentanêa e impulsionante de sentido.
Exagero e mistura de sentimetos que não cessam, se desdobram e desaparecem para dar lugar a nostalgia de tê-los sentido.
Nunca imaginei que seria tão tocada por uma trilha sonora.
Talvez essa seja a trilha da minha existência, o meu grito por liberdade e vida;
O meu prazer em sonhar além de mim e dos meus;
O querer ser de todos e ainda assim faltar alguém;
O meu silenciar diante das incertezas;
O meu bravejar diante das verdades do meu coração.
Sons, danças, músicas, notas, tons a destoar minhas canções.
Uma trilha sonora, simples trilha sonora...
Um momento pra ser além do meu viver e deixar de entender a vida para vivê-la em cada vão momento e expressão.
*Filme "Som do Coração"
Dançar com os pés firmados no chão, com o pensamento nos ares.
Dançar em pensamentos e com os olhos fechados.
Dançar ao escrever essas palavras.
Emoções e emoções despertaram em mim, parece que não posso calar meu pensamentos, minha felicidade, que pulsa e impulsiona suspiros, sorrisos, anseios, desejos, alegria, sonhos...
É tão profundo que chego a sonhar acordada, meu coração já não mais sabe o que sentir.
Não sei se choro ou se deixo meu sorriso aflorar.
Som da vida, existência precedente. Ação momentanêa e impulsionante de sentido.
Exagero e mistura de sentimetos que não cessam, se desdobram e desaparecem para dar lugar a nostalgia de tê-los sentido.
Nunca imaginei que seria tão tocada por uma trilha sonora.
Talvez essa seja a trilha da minha existência, o meu grito por liberdade e vida;
O meu prazer em sonhar além de mim e dos meus;
O querer ser de todos e ainda assim faltar alguém;
O meu silenciar diante das incertezas;
O meu bravejar diante das verdades do meu coração.
Sons, danças, músicas, notas, tons a destoar minhas canções.
Uma trilha sonora, simples trilha sonora...
Um momento pra ser além do meu viver e deixar de entender a vida para vivê-la em cada vão momento e expressão.
*Filme "Som do Coração"
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Minha Crises
É dificíl falar de crises, princilpalmente porque elas nos derrubam do cavalo e nos traz a tona a necessidade de mudanças.
Já passei por diversas, desde amores não correspondidos a necessidade extrema de ser feliz. Nesse percurso me desfiz, desmoronei, me angustiei, mas renovei minhas forças e descobrir dentro de mim uma pessoa que não conhecia.
Novas atitudes, novos conceitos me formaram e me transfomaram em uma pessoa melhor, e as vezes pior.
Algumas vezes deixei de acreditar no amor, no seu contentamento, na realização de sonhos, me descobrir cética e pessimista (o que não combina comigo), no entanto criei versos e poesias que me fizeram reviver.
Com isso vieram os sonhos, as certezas e sobretudo a vida, que se revelou a mim como intuição e aprovação de uma experiência precisa e sincera.
Descobrir a felicidade... não existe contos de fadas.
Não há certezas sem dúvidas, e por isso a felicidade além da qualidade de ser feliz é a certeza de que se fez o melhor e que ainda tenho a oportunidade de melhorar minhas atitudes e decisãos.
Achei em mim um OTIMISMO que me fascina, simplesmente por não achar motivo para ele.
O único que talvez exista seja de que otimismo só se faz na certeza de que se pode melhorar.
E assim vou vivendo entre crises e risos, insônia e sonhos, estagnamento e dança.
Criando vou vivendo, vou vivendo e criando.
Sendo feliz com o que resta e o resto jogarei fora.
E lá se foi mas uma crise.
Já passei por diversas, desde amores não correspondidos a necessidade extrema de ser feliz. Nesse percurso me desfiz, desmoronei, me angustiei, mas renovei minhas forças e descobrir dentro de mim uma pessoa que não conhecia.
Novas atitudes, novos conceitos me formaram e me transfomaram em uma pessoa melhor, e as vezes pior.
Algumas vezes deixei de acreditar no amor, no seu contentamento, na realização de sonhos, me descobrir cética e pessimista (o que não combina comigo), no entanto criei versos e poesias que me fizeram reviver.
Com isso vieram os sonhos, as certezas e sobretudo a vida, que se revelou a mim como intuição e aprovação de uma experiência precisa e sincera.
Descobrir a felicidade... não existe contos de fadas.
Não há certezas sem dúvidas, e por isso a felicidade além da qualidade de ser feliz é a certeza de que se fez o melhor e que ainda tenho a oportunidade de melhorar minhas atitudes e decisãos.
Achei em mim um OTIMISMO que me fascina, simplesmente por não achar motivo para ele.
O único que talvez exista seja de que otimismo só se faz na certeza de que se pode melhorar.
E assim vou vivendo entre crises e risos, insônia e sonhos, estagnamento e dança.
Criando vou vivendo, vou vivendo e criando.
Sendo feliz com o que resta e o resto jogarei fora.
E lá se foi mas uma crise.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Rápidos e precisos
Tenho pensamentos tão constantes e intenso que pertubam minha existencia como forma de ato e potencia. E hj quero ser precisa nas minhas afirmações: sou otimismo utopico e contextualizado de espiritualidade e humanidade. O q me cega me trasforma por ser ação e assim vivo minhas mazelas em alegria de exitencia implicante de apenas o que possuo e sonhar com os novos desafio de cada dia.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Vivendo
Tantas coisas a fazer, outras tantas para ser e eu tenho me prendendo ao reconhecimento imediato e inebriante de um outrem.
Será a tradição ou a insensatez de um coração, que enobrece e embebesse o meu viver?
Tantas coisas possuo outras tantas construo e só choro o que não é meu. E por ser seu me aniquila a solidão.
Será ambição pedir à solidão que se afaste, será necessário um afago banal ou um tesouro ideal para as realizações?
Ações a ser desdobrada e eu mendigando o perigo e a atenção.
Ações de um privilégio a repercutir meu caminho.
Ações de um per-curso animado e desaforado aqui e ali.
Preciso tomar as rédeas das emoções, não pretendo trancafiá-las em lamentos, mas libertá-las no seu devido acontecimento.
Preciso acreditar no por vir que é além de está para ser alguém.
Preciso caminhar e encarar os medos, os tormentos, as incertezas, as angústias e ainda assim viver.
E ter nesse viver o bastante para ser feliz.
Espero que as palavras formem poesias e que as poesias formem contentamento e daí só desdobramento de um possível e provável aqui e agora.
Será a tradição ou a insensatez de um coração, que enobrece e embebesse o meu viver?
Tantas coisas possuo outras tantas construo e só choro o que não é meu. E por ser seu me aniquila a solidão.
Será ambição pedir à solidão que se afaste, será necessário um afago banal ou um tesouro ideal para as realizações?
Ações a ser desdobrada e eu mendigando o perigo e a atenção.
Ações de um privilégio a repercutir meu caminho.
Ações de um per-curso animado e desaforado aqui e ali.
Preciso tomar as rédeas das emoções, não pretendo trancafiá-las em lamentos, mas libertá-las no seu devido acontecimento.
Preciso acreditar no por vir que é além de está para ser alguém.
Preciso caminhar e encarar os medos, os tormentos, as incertezas, as angústias e ainda assim viver.
E ter nesse viver o bastante para ser feliz.
Espero que as palavras formem poesias e que as poesias formem contentamento e daí só desdobramento de um possível e provável aqui e agora.
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